GEOÁFRICA

Blog formado por grupo de pós-graduandos do curso REDEFOR, especialização em Geografia pela UNESP, com o objetivo de organizar materiais disponíveis e compartilhar conhecimentos sobre o continente africano.

sábado, 28 de maio de 2011

Longe do Amor - África ( Música Novo Som )

Postado por Telma às 13:41 Nenhum comentário:
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Un Minuto de Reflexion (Niños de África)

Postado por Telma às 13:33 Nenhum comentário:
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Africa - Pobreza

Postado por Telma às 13:32 Nenhum comentário:
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"O que sabemos sobre a África?"

África - Divisão política

África - Divisão política
http://www.vmapas.com/Africa/Mapa_Politico_Africa.jpg/maps-pt.html

Geografia da África

Geografia da África
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Localização

A África é um continente localizado ao sul da Europa, da qual está separado pelo mar Mediterrâneo, e liga-se à Ásia na sua extremidade nordeste pelo istmo de Suez. A África ocupa uma única placa tectônica, distinta da da Europa (esta partilha com a Ásia a Placa Euroasiática).
Do seu ponto mais ao norte, Ras besasn Sakka, na Tunísia, à latitude 37°21' N, até ao ponto mais a sul, o cabo das Agulhas na África do Sul, à latitude 34°51'15'' S, vai uma distância de aproximadamente 8 000 km. Do ponto mais ocidental de África, o Cabo Verde, no Senegal, à longitude 17°33'22'' W, até Ras Hafun na Somália, à longitude 51°27'52'' E, vai uma distância de cerca de 7 400 km.
Para além do mar Mediterrâneo, a norte, África é banhada pelo oceano Atlântico na sua costa ocidental e pelo oceano Índico do lado oriental. O comprimento da linha de costa é de cerca de 26 000 km.

Hidrografia

O continente africano tem alguns dos rios mais extensos e volumosos do mundo, como o Rio Nilo com mais de 6500 km de extensão, o Níger, o Congo (ou Zaire), o Zambeze, o Limpopo, o Orange, entre outros.
Na África oriental situam-se os Grandes Lagos Africanos, entre os quais o Lago Vitória, o Lago Alberto e o Lago Niassa são dos mais extensos e conhecidos.


Clima


A linha do Equador, o Trópico de Câncer e o Trópico de Capricórnio cruzam o continente. Ao norte e ao sul predomina o clima mediterrânico, com a estação das chuvas na primavera e no outono. Por sua vez, no centro, predomina o clima equatorial, quente e úmido. Entre as regiões mediterrânicas e equatorial estendem-se dois grandes desertos, o Saara, a norte, e o Kalahari, a sul.


Economia


A agricultura e a pecuária se destacam como as principais atividades econômicas da África. Recursos minerais, tais como ouro, diamantes, urânio, níquel e outros, explorados na África Austral, são uma das maiores riquezas do continente africano. Existem ainda grandes reservas de petróleo, gás natural e fosfatos.
Muitos países africanos, com grandes extensões de floresta tropical e savana, que albergam importante biodiversidade, estão explorando essa riqueza através do turismo, principalmente nos seus parques nacionais.


População

Com uma população de mais de 800 milhões de habitantes e uma área de cerca de 30 milhões de km2, a África tem uma densidade populacional de cerca de 26 habitantes por km2. A população está dividida em vários grupos, mesmo dentro de cada país:
A África Negra, localizada ao sul do Saara, é composta por uma maioria de bantus, com grupos mais pequenos de khoisan no sudoeste (Namíbia e Botswana, principalmente), os pigmeus na selva equatorial e os nilotas ns África Oriental. Estes povos falam mais de 1000 línguas diferentes.
Ao norte do Saara, a população é predominantemente árabe, havendo, contudo, grandes grupos de tuaregues e berberes, que já foram a população predominante nesta área.

Relevo

Ao norte do continente encontramos os Montes Atlas. Ao sul dos montes Atlas, localiza-se a meseta desértica do Saara e, mais a sul o grande planalto centro-africano. A leste encontra-se o Grande Vale do Rift, com grandes depressões e altas montanhas, entre as quais o Kilimanjaro é o monte mais alto do continente (5895m). A sudeste, encontra-se o maciço do Drakensberg, com os montes Libombos a norte e o Karoo a sul.
























O Continente Africano

Foi integrado no sistema internacional de comércio e colonização desde o século XV. Foi uma integração dolorosa, imposta pela força e pela exploração da terra que produziu por muitos anos as especiarias e outras riquezas, fazendo crescer a civilização capitalista.
Apesar de ter muitas riquezas naturais, enfrenta dificuldades para gerar desenvolvimento econômico sem ajuda externa. O passado de exploração colonial recente e os conflitos étnicos que resultam em guerras civis sentenciam sua subordinação aos países desenvolvidos, seus antigos colonizadores.

Projeto Araribá:geografia/organizadora. Ed.Moderna.2ed.São Paulo:Moderna, 2007.

Colonização e descolonização da África


A Colonização da África

A história da colonização da África encontra-se documentada desde que os fenícios começaram a estabelecer colónias na costa africana do Mediterrâneo, por volta do século X a.C. Seguiram-se os gregos a partir do século VIII a.C., os romanos no século II a.C., os vândalos, que tomaram algumas colónias romanas já no século V da nossa era, seguidos pelo império bizantino, no século seguinte, os árabes, no século VII e, finalmente, os estados modernos da Europa, a partir do século XIV. A colonização recente da África Pode dizer-se que a colonização recente da África iniciou-se com os descobrimentos e com a ocupação das Ilhas Canárias pelos portugueses, no princípio do século XIV. O processo de ocupação territorial, exploração econômica e domínio político do continente africano por potências europeias tem início no século XV e estende-se até a metade do século XX. Ligada à expansão marítima europeia, a primeira fase do colonialismo africano surge da necessidade de encontrar rotas alternativas para o Oriente e novos mercados produtores e consumidores. No século XIV, exploradores europeus chegaram a África. Através de trocas com alguns chefes locais, os europeus foram capazes de capturar milhões de africanos e de os exportar para vários pontos do mundo naquilo que ficou conhecido como a escravidão. No princípio do século XIX, com a expansão do capitalismo industrial, começa o neocolonialismo no continente africano. As potências europeias desenvolveram uma "corrida à África" massiva e ocuparam a maior parte do continente, criando muitas colônias. Entre outras características, é marcado pelo aparecimento de novas potências concorrentes, como a Alemanha, a Bélgica e a Itália. A partir de 1880, a competição entre as metrópoles pelo domínio dos territórios africanos intensifica-se. A partilha da África tem início, de fato, com a Conferência de Berlim (1884), que institui normas para a ocupação, onde as potências coloniais negociaram a divisão da África, propuseram para não invadirem áreas ocupadas por outras potências. Os únicos países africanos que não foram colônias foram a Etiópia (que apenas foi brevemente invadida pela Itália, durante a Segunda Guerra Mundial) e a Libéria, que tinha sido recentemente formada por escravos libertos dos Estados Unidos da América. No início da Primeira Guerra Mundial, 90% das terras já estavam sob domínio da Europa. A partilha é feita de maneira arbitrária, não respeitando as características étnicas e culturais de cada povo, o que contribui para muitos dos conflitos atuais no continente africano, tribos aliadas foram separadas e tribos inimigas foram unidas. No fim do século XIX, início do XX, muitos países europeus foram até a África em busca das riquezas presentes no continente. Esses países dominaram as regiões de seu interesse e entraram em acordo para dividir o continente. Porém os europeus não cuidaram com a divisão correta das tribos africanas, gerando assim muitas guerras internas. Os seguintes países dividiram a África e "formaram" países africanos existentes ainda hoje. A descolonização da África A ocupação da África pelas potências europeias prosseguiu até depois do final da Segunda Guerra Mundial, quando as colónias começaram a obter a independência, num processo que se chamou descolonização. Com exceção do Egito, que tinha proclamado unilateralmente a sua independência em 1922, e da África do Sul, que se tinha tornado autónoma em 1910, na forma de domínio do Império Britânico, os restantes territórios africanos começaram a obter a independência a partir da década de 1950 e, principalmente, a partir da Conferência de Bandung, em 1958, em que participaram os quatro países africanos independentes nessa data. A descolonização não foi pacífica, embora nem sempre fosse forçada através de guerras de libertação, como foi o caso das colónias portuguesas e da Argélia; as potências coloniais tentaram manter o seu domínio através do seu apoio a políticos amigos ou através de vínculos entre os territórios semi-autónomos e a Europa.[3] Os últimos países africanos a alcançarem a independência, já na década de 1990, foram a Namíbia e a Eritreia, que tinham ficado sob administração, respetivamente da África do Sul e da Etiópia, ao abrigo de uma antiga tutela da Sociedade das Nações. No entanto, ainda subsistem vários territórios de África ocupados por países europeus, como as possessões espanholas em Marrocos e as ilhas de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha, administradas pelo Reino Unido. Outros territórios, como as ilhas Reunião e Mayotte, decidiram por referendo popular manter-se parte da República Francesa http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_coloniza%C3%A7%C3%A3o_de_%C3%81frica


A África e a Globalização


Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) as atividades econômicas do planeta passaram de um período técnico para um período técnico-científico. Portanto, sem o domínio de alta tecnologia e sem investimentos nas áreas de pesquisa e desenvolvimento (educação científica), os países africanos não conseguiram se inserir de maneira competitiva na nova ordem mundial, que além dos progressos técnico-científicos incorporou as chamadas novas tecnologias de informação (telecomunicação, computadores, celulares, internet). Após a década de 1970 os países que detêm o conhecimento das novas tecnologias estão no topo do poder econômico mundial. O que é nova ordem mundial ? A Guerra Fria, disputa de poder entre os Estados Unidos da América (capitalismo) e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (socialismo), período de 1950 a 1990, era conhecida também como Ordem Bipolar . Após a fragmentação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (atual Rússia), ou após o fracasso do socialismo (a partir de 1991), o mundo ingressou numa nova ordem mundial, ou ordem multipolar, onde os países se esforçam para tornarem-se competitivos no mundo capitalista, com suas indiscutíveis desigualdades sociais. Fonte : Livro Projeto Araribá 9º ano ; Organizadora editora Moderna ; Editora responsável Sônia Cunha de Souza Danelli, 2ª edição, 2.007 ;

Pan-africanismo

Pan-africanismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O pan-africanismo é uma ideologia que propõe a união de todos os povos de África como forma de potenciar a voz do continente no contexto internacional. Relativamente popular entre as elites africanas ao longo das lutas pela independência da segunda metade do século XX, em parte responsável pelo surgimento da Organização de Unidade Africana, o pan-africanismo tem sido mais defendido fora de África, entre os descendentes dos escravos africanos que foram levados para as Américas até ao século XIX e dos emigrantes mais recentes.
Eles propunham a unidade política de toda a África e o reagrupamento das diferentes etnias, divididas pelas imposições dos colonizadores. Valorizavam a realização de cultos aos ancestrais e defendiam a ampliação do uso das línguas e dialetos africanos, proibidos ou limitados pelos europeus.
Pan-africanismo é um movimento político, filosófico e social que promove a defesa dos direitos do povo africano e da unidade do continente africano no âmbito de um único Estado soberano, para todos os africanos, tanto na África como em diáspora.
A teoria pan-africanista foi desenvolvida principalmente pelos africanos na diáspora americana descendentes de africanos escravizados e pessoas nascidas na África a partir de meados do século XX como William Edward Burghardt Du Bois [1] e Marcus Mosiah Garvey, entre outros, e posteriormente levados para a arena política por africanos como Kwame Nkrumah. No Brasil foi divulgada amplamente por Abdias Nascimento.

Apartheid

O apartheid (Pronúncia em africâner: [ɐˈpɐrtɦəit], separação) foi um regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 (46 anos) pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca.
A segregação racial na África do Sul teve início ainda no período colonial, mas o apartheid foi introduzido como política oficial após as eleições gerais de 1948. A nova legislação dividia os habitantes em grupos raciais ("negros", "brancos", "de cor", e "indianos")[1], segregando as áreas residenciais, muitas vezes através de remoções forçadas. A partir de 1958, os negros foram privados de sua cidadania, tornando-se legalmente cidadãos de uma das dez pátrias tribais autônomas chamadas de bantusões, quatro das quais se tornariam estados independentes de fato. À essa altura, o governo já havia segregado a saúde, a educação e outros serviços públicos, fornecendo aos negros serviços inferiores aos dos brancos.[2]
O apartheid trouxe violência e um significativo movimento de resistência interna, bem como um longo embargo comercial contra a África do Sul.[3] Uma série de revoltas populares e protestos causaram o banimento da oposição e a detenção de líderes anti-apartheid. Conforme a desordem se espalhava e se tornava mais violenta, as organizações estatais respondiam com o aumento da repressão e da violência.
Reformas no regime durante a década de 1980 não conseguiram conter a crescente oposição, e em 1990 (21 anos) o presidente Frederik Willem de Klerk iniciou negociações para acabar com o apartheid, o que culminou com a realização de eleições multirraciais e democráticas em 1994 (17 anos), que foram vencidas pelo Congresso Nacional Africano, sob a liderança de Nelson Mandela. Entretanto, os vestígios do apartheid ainda fazem parte da política e da sociedade sul-africana.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fatos rápidos

-Quase 90% das florestas tropicais da África Ocidental já foram destruídas.

-90% da floresta tropical da ilha de Madagascar já foi destruída. Quase 80% das espécies animais encontradas em Madagascar vivem somente nessa ilha e em mais nenhum lugar do planeta.

-A Namíbia foi o primeiro país do mundo a incluir zonas de proteção ambiental em sua Constituição. Quase 14% do território total da Namíbia é, hoje protegido, incluído toda a costa desértica de Namib.

-Acredita-se que o primeiro lugar do mundo onde o café foi cultivado foi a Etiópia. Pensa-se que as primeiras plantações foram na região do Kefa, perto de 1.000 anos atrás.

Origem: Atlas Mundial, Ed. Escala

Filmes relacionados a África

  • Amistad
  • Hotel Ruanda
  • Infância roubada
  • Mandela - Luta pela liberdade
  • O jardineiro fiel
  • O poder de um jovem
  • Os deuses devem estar loucos
  • Sarafina! O som da liberdade
  • Um grito de liberdade

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